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quinta-feira, 26 de março de 2015

Exposição: História do sapato

Esta rolando há algumas semanas em Vitória a exposição "História do Sapato". Fiquei sabendo faz pouco tempo, mas deu tempo de conferir. 

São 90 modelos, divididos em 12 vitrines, contando com réplicas de calçados históricos e contemporâneos. Entre alguns modelos estão o das estrelas da música e cinema como Jennifer Lopez, Victoria Beckham, Carmem Miranda, Marilyn Monroe, Brigitte Bardot, Sophia Loren. Há também sapatos masculinos como a chuteira de pelé. 

A exposição acontece na Praça Central do Shopping Vitória. Quem quiser visitar a exposição vai até o dia 29 de março, e a entrada é franca.


























quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Camiseta RATT

Camiseta da banda RATT personalizada, feita por Enigma Urbano e customizada por mim!
 Optei pela cor branca porque não aguento mais abrir o guarda roupa e ver camisetas pretas. Sem falar nesse calor de verão!
Ratt N' Roll! \o/




quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

KISS: Uma banda e uma marca

Acho que não há dúvida de que o KISS é a banda que mais vendeu na história do Rock N' Roll. E quando falo em vendas não estou me referindo aos discos que a banda lançou, mas sim aos milhares de itens relacionados à marca KISS. Há quem diga que não existe na história do rock uma banda mais vendida do que o KISS.
Claro que há outros artistas como os Beatles, o AC/DC, os Rolling Stones,Pink Floyd e  Bob Marley que também lançaram produtos no mercado da música, mas nada comparado ao KISS. Quando os outros grupos de rock se focavam em itens mais simples como camisetas e bonés, o KISS viu um mercado muito mais amplo.
A história de merchandising do Kiss começou juntamente com a banda. Afinal a maquiagem, o figurino e os efeitos nos shows ajudaram (e muito) a vender a marca. O KISS tem mais de 3000 produtos licenciados que variam desde preservativos à caixões. E por falar em caixão vale lembrar que Dimebag Darrell (Pantera) foi enterrado em um caixão cedido por Gene Simmons.


E se o caixão já parece inusitado então imagine uma revista em quadrinhos impressa com o sangue dos próprios caras do KISS misturado à tinta. A edição, nomeada como A Marvel Comics Super Special! #1, tinha um tamanho especial, muito maior que o tradicional de revistas em quadrinhos.



O fato é que mesmo quem não curte a banda quando vê a marca KISS automaticamente já associa o produto aos mascarados. Então pode-se dizer que o merchandising deu certo!
Seria impossível publicar aqui todos os produtos que a banda já lançou então seguem alguns itens que achei bem interessantes!
















segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Saturday Night Fever: Disco Music e Consumo


Na década de 70, o filme Saturday Night Fever (Os embalos de sábado à noite), gerou uma verdadeira revolução no gosto popular. O longa fez tanto sucesso que consagrou John Travolta como um verdadeiro astro do cinema. Na trilha sonora estavam faixas como “Stayin Alive” (Bee Gees), “Night Fever” (Bee Gees), “More than a Woman” (Bee Gees), “If i can’t have you” (Yvonne Elliamn), “You Should be dancing” (Bee Gees), “Disco Inferno” (The Trammps) entre outras, que foram tocadas repetidamente nas discotecas em todo o mundo.


Saturday Night Fever foi o filme que lançou a moda das discotecas. Todos queriam ser iguais ao personagem de Travolta e para isso imitavam não só seus passos nas discotecas, mas também seu figurino. Muita brilhantina e roupas que chamavam a atenção ganhavam destaque nas discotecas. O filme lançou também a moda da Disco Music. Os Bee Gees se consagraram nesta época, vendendo milhares de discos.

O filme influenciou também as produções brasileiras. No ano de 1978 era lançada no Brasil a novela Dancin’ Days. Na onda de Saturday Night Fever a trama lançou diversos modismos, e acabou promovendo vários produtos que vão desde meia lurex à água de colônia. Ajudou a promover a moda das discotecas lançando sucessos. O interessante é que o disco lançado para a trilha da novela, trazia também músicas da trilha de Saturday Night Fever.

Ainda falando de Brasil não podemos esquecer também do grupo montado por garçonetes que explodiu na década de 70, as Frenéticas.  As moças que trabalhavam vestidas de malhas colantes, com saltos altíssimos e maquiagem carregada, subiam ao palco para cantar duas ou três musicas na noite, o que depois se tornou um dos grupos mais famosos da época. Elas trabalhavam na discoteca Frenetic Dancing Day. Qualquer semelhança com a novela não é mera coincidência! As moças gravaram até música tema para a novela! Cinema, música e moda que influenciaram a forma de consumo dos jovens daquela década!


À esquerda o filme que influenciou vários jovens da década de 70,
 à direita anovela que lançou uma série de modismos

À esquerda Bee Gees: Um dos grupos mais famosos da época;
à direita as meninas que revolucionaram a Disco Music brasileira





terça-feira, 18 de outubro de 2011

Década de 50: ícones, influência e comportamento

Nos anos 1950, as imagens ressonantes de rebeldes e motoqueiros incorfomados/ Marlon Brando, Elvis Presley, James Dean, ou escritores beatnik como Jack Keroauc, exerceram forte influência,  modelando estilos, pensamentos e comportamentos, nos anos 1960, as imagens ressonantes foram as das figuras contraculturais. (KELLNER, 2001).


Na década de 1950, os valores da sociedade, estavam sofrendo mudanças, O cinema, a música e a literatura, tiveram um papel muito importante nessa época, principalmente entre o público jovem. Antes dos anos 50 não havia separação entre jovem e adulto. Independente da idade as pessoas se vestiam e agiam da mesma forma. Nesta época surgiram verdadeiros ídolos, modelos que a juventude seguia à risca.

Os rapazes imitavam o visual e o jeito de agir do ator Marlon Brando nos filmes Uma rua chamada pecado (de Elia Kazan, 1951), em que ele aparecia vestindo jeans e camiseta, e O selvagem (de László Benedek, 1953) no papel de um motoqueiro que estava sempre de jaqueta de couro. Ser como Brando representava liberdade.

A partir de 1955, o ator James Dean passou a ser o modelo da juventude. Em seu filme Juventude Transviada (de Nicholas Ray), ele usava topete, se vestia aparentemente de uma forma que a sociedade considerava na época um boêmio, se sentia incompreendido e adorava andar em alta velocidade, uma forma de demonstrar que de alguma forma era livre. Era um legítimo rebelde sem causa.

O rock se reinventava,ressurgindo mais barulhento do que nunca. Elvis Presley com o seu rebolado assumiu o posto de Rei do Rock, influenciando toda uma geração na maneira de dançar e se comportar. Seu topete e as grandes costeletas formavam seu estilo junto ao figurino diferente, marcado por suas jaquetas de couro.

Na literatura não podemos esquecer de Jack Kerouac e seu On the road, que iniciou uma verdadeira revolução na cultura da época, que ficou conhecida como Geração Beat. Os chamados beatniks queriam uma consciência nova, libertada de padrões, escolhiam a marginalidade. A obra de Kerouac, deixava mais evidente esse sentimento de busca pela  liberdade e novas experiências.

O fato é que pela primeira vez era possível ver moças fumando, pegando carona e namorando rapazes que suas famílias não conheciam. Os rapazes saíam a rua com o cabelo desalinhado e expondo sua camiseta, que era roupa de baixo. As festas eram regadas às batidas de rock, tido como imoral na época. Sem falar nos “rachas” disputados pelos jovens com suas motocicletas e carros. Sem dúvida os ícones da década de 50 influenciaram os jovens com sua arte e comportamento. O que não parou na década de 50, mas isso fica para outro post!

À esquerda James Dean, `direita  Marlon Brando


À esquerda Elvis Presley, à direita Jack Keroauc